O Rio Grande do Sul está falido! Você já ouviu essa frase em algum lugar?! Pois acostume-se nos próximos anos ela será parte constante da sua realidade caso você more por estas bandas. Até mesmo os inspetores da FIFA para a Copa do Mundo ficaram preocupados com a situação dos gaúchos, um Estado em iminente quebra.
Está aflição administrativa, econômica, financeira e estadual acontece porque o Rio Grande é obrigado todos os anos a pagar uma prestação de dívida à União que implica 20% de tudo que arrecada. Desta forma, o Rio Grande do Sul tornou-se inviável pelas suas dívidas.
Você já notou que nos últimos anos o salário do magistério gaúcho vem sendo pago através de empréstimos com o Banrisul? Ou seja, o dinheiro está acabando, em breve não vai mais haver de onde tirar.
Na manhã desta segunda-feira o secretário da fazenda, Aod Cunha, estará reunido na Assembléia Legislativa com os representantes do governo estadual e dos partidos da base aliada para encaminhar a votação do pacote fiscal.
Sabe o que isso significa? Impostos! O povo vai ter que pagar essa dívida com a União, quando a União é que deveria estar nos apoiando em um momento tão delicado de nossa história.
A única lógica de um Estado que vê os preços de todos os gêneros de consumo aumentarem ano a ano e não reajustar os vencimentos de seus servidores, oscila entre duas conseqüências inevitáveis e arrasadoras: a miséria e a corrupção.
Se a União não socorrer o Rio Grande do Sul com urgência, vai se instalar por aqui um caos social e administrativo. E não podemos nem colocar a culpa em nossa governadora paulista, a culpa não é dela. Infelizmente o tarifaço que Yeda Crusius vem tentando impor há meses é importante, uma vez que a União virá as costas para nós.
Deus nos ajude nos próximos anos, pois para Lula o Brasil termina no Rio Uruguai.


